_O que meu filho? Você não esta falando sério né?- minha mãe falou indignada
_Eu não quero vê-lo. Ele tirou a vida da mulher da minha vida. Ele é culpado por isso tudo.
_Epa rapaz. Eu estou muito triste, muito abalado, mas essa criança não tem culpa de nada. Ele vai precisar de você mais que tudo Justin. Ele não vai poder viver com a mãe, então deve ter um pai presente em tudo. Pelo amor de Deus Justin, não faz isso com essa criança que é teu filho cara.- falou Ryan
_Quer saber? Que se dane, tchau- falei saindo daquele hospital e entrando no meu carro sem rumo. Eu só sabia chorar. Todas as lembranças de Mel vieram na minha cabeça, a mulher da minha vida havia partido, eu amava meu filho, mas não me conformava dele ter tirado a vida da própria mãe. Fui até uma praia, me joguei na areia e comecei a chorar. Já era tarde da noite, só tinha eu naquele lugar, mas eu estava desolado. Eu tinha acabado de ver minha mulher morrer ao dar a luz a uma criança que é MEU FILHO. Doía demais em mim, eu não sabia o que fazer. Meu celular tocava repetidamente, até que o joguei no mar e foda-se tudo. Eu queria Mel aqui comigo, eu queria formar uma família com ela. Eu, ela e o Guilherme. Mas infelizmente isso não foi possível. Comprei uma garrafa de bebida e tomei a mesma em minutos. Dormi ali mesmo, sem ligar pra nada, só queria afogar minha dor em alguma coisa.
{...}
_Justin...acorda cara...Bieber?- ouvi uma voz e abria meus olhos devagar e só via uma sombra meio embaçada à minha frente. Até que consegui enxergar quem era, e sim, era Ryan e Chaz na minha frente
_Oi- falei gemendo de dor de cabeça
_Você ficou maluco? Quer matar a gente do coração? Justin, tua mãe ta louca atrás de tu. Ela ta no hospital, não poderia abandonar os pais de Mel sozinhos lá e teu filho também cara. Eu e Ryan viemos atrás de tu cara, ó pro teu estado- falou Chaz preocupado
_Não me fale de "meu filho" por favor.
_Justin, para. Ele é uma criança, um bebê inocente que nem sabe o que ta acontecendo. Para de achar que ele é o culpado pela morte da Mel cara, ele é teu filho.- falou Ryan
_Eu só queria Mel aqui comigo gente. Por favor, me entendam.- falei começando a chorar. Eles me abraçaram com toda força e eu retribui. Eu precisava daquilo.
_Eu sinto muito, irmão- falou Ryan
_Mas você tem que ser forte Justin. Entendo sua dor, mas você vai ter que cuidar do teu filho cara. Teu filho ta lá, naquele hospital, numa incubadora, só com os avós, sem nem saber o que esta acontecendo na vida dele.- Falou Chaz
_Antes de Mel morrer, ela pediu pra eu cuidar dele como eu cuidava dela. Com todo o amor do mundo. E eu amo ele. Desde quando ele tava na barriga da mãe, eu esperava ansiosamente por sua chegada. E acontece essa tragédia gente. Eu não consigo me conformar que Mel morreu dando a luz. - falei começando a chorar de novo
_E então cara. Você vai descumprir esse pedido da Mel? Você vai deixar seu filho desamparado, sem o amor do pai? Pelo amor de Deus cara, volta pra aquele hospital e vai conhecer teu filho e ajudar tua mãe e os pais da Mel Justin. Se mostre homem e forte em meio a essa situação toda. Apesar de eu ta sentindo muito a morte de Mel, de eu ta muito mal mesmo por dentro, eu to tentando aqui passar força pra você e pras meninas também Justin. Alice e Caitilin estão mal pra caralho. Elas foram pra casa, deixei elas lá porque não tinha condições delas ficarem naquele hospital nem por um minuto. Os pais da Mel? Meu Deus, nem se fala. Tua mãe também. Volta lá Justin e supera isso amando o teu filho com Mel- falou Ryan
_Pois é Justin, eu também. Concordo com Ryan, vamos em tua casa, tu toma um banho e volta lá pra ver teu filho e tua família. A gente ta aqui pra te ajudar, pois somos teus amigos cara. Mais que amigos, irmãos. Pode contar com a gente pra tudo irmão.- falou Chaz
_Obrigado gente. E quer saber? Meu filho não merece ficar sozinho num momento desses. Eu prometi pra Mel que eu iria cuidar dele com todo o amor do mundo e é isso que eu vou fazer. Eu vou ser o melhor pai do mundo pro Guilherme. E eu convido vocês a me ajudarem nessa jornada. Vocês e as meninas também. Estamos juntos nessa, pelo menos eu espero.
_Claro Justin, como Chaz disse, estamos aqui pro que você precisar. E levanta logo dai e vamos.
_Aaaai- gritei com minha cabeça doendo pra caralho
_Sem dramas Bieber. Ninguém mandou você encher a cara com bebida.- falou Chaz. Entra logo na porra desse carro.
Entrei e fomos em direção a minha casa. Entrei no meu quarto e os meninos ficaram na sala comendo alguma coisa. Me deparei com minha cama, várias lembranças de Mel vieram na minha cabeça. Todas as noites, todos os abraços, todos os beijos, meu Deus, ia ficar pra sempre na minha memória. Me deparei também com alguns porta-retratos com nossas fotos, aquilo doeu tanto em mim. Tanta falta que eu sentia. Como eu queria que hoje fosse um dia que eu poderia considerar o melhor da minha vida, mas que, infelizmente, foi um dos piores. Mas em compensação, meu filho estava com vida.
{...}
Chegamos ao hospital e ninguém estava lá. Nem minha mãe, nem os pais de Mel, nem as meninas, ninguém. Perguntei a recepcionista onde estavam todos, e ela me respondeu que estavam no velório de Melissa. Porra, o velório já era hoje. Meu Deus, como foi tudo rápido.
_Com licença, eu posso ver meu filho? Ele foi o bebê prematuro e que a mãe morreu no parto.- falei com a voz abatida
_Ah, claro. Me acompanhe. E sinto muito, que Deus conforte vocês- falou a enfermeira
_Obrigada
_Agora, o senhor só poderá vê-lo por enquanto pelo vidro.
_O que? Eu sou o pai dele moça. Eu quero poder tocar no meu filho, eu perdi minha mulher e vocês vão proibir de ver meu próprio filho? Pelo amor de Deus.
_Calma senhor, são regras exclusivas do hospital. O bebê precisa de todo cuidado do mundo, ele ainda não esta formado 100% . Nos compreenda por favor.
_Ok! Agora me leve pra vê-lo, pelo menos do vidro
_Me acompanhe, por favor.
Ryan e Chaz vieram comigo e quando a enfermeira me mostrou qual era meu filho, automaticamente uma lágrima caiu do meu rosto. Meu Deus, que moleque lindo. Era meu filho. Se parece tanto com ela. Mas comigo também, rs. Seus olhinhos já estavam abertos. Ele era tão pequeno. Tão inocente, tão lindo. O meu anjinho, o meu príncipe. Mandei um tchau pra ele e falei sussurrando:
_O papai te ama viu filho? Vou cuidar de você como se fosse sua mãe. Ela também te ama muito! Só que ela não esta aqui com a gente. Mas um dia a gente vai se encontrar e vamos formar uma familia viu? Eu te amo filho.- falei mandando um beijo pra ele. Ele me observava tão atento que já parecia um rapaz ciente do que estava acontecendo. Ta, viajei agora, kkk. Agora preciso ir ver o velório da Mel. Já fazia até ideia de onde seria.
_Ele é lindo cara- falou Ryan e Chaz
_Pois é! Agora vamos, preciso ir ao velório. Tchau filho, nestante o papai volta pra ficar todo o tempo do mundo com você.
{...}
Cheguei no velório e todos estava lá. Até Bel, sua melhor amiga do Brasil, também estava. Seus pais estavam muito abalados. Todos se assustaram ao me ver. Minha mãe veio me abraçar, e eu comecei a chorar muito no ombro dela. Ela perguntou pra onde eu tinha ido, mas eu disse que isso não importava mais.
_Eu queria tanto que ela estivesse aqui.- falei chorando no ombro de minha mãe
_Calma meu amor- falou minha mãe me consolando. Virei pra trás e tava Bia na minha frente. Ela me abraçou chorando bastante.
_Eu to sentindo muito. Mel era minha melhor amiga. A melhor das melhores. Ela me falava tanto de você. Meu Deus. Eu quero conhecer o Gui em breve. Quando fiquei sabendo da noticia, peguei o primeiro voo pra cá.
_Oh Bel, ela me falava muito de você também. Uma tragédia né? Mas que trouxe um anjinho que pode nos fortalecer em meio à isso tudo.
Quando falei " um anjinho" todos se surpreenderam por conta da minha atitude do hospital.
_Sério Justin? Você decidiu reconsiderar?- falou a mãe de Mel
_Sim dona Inês.
_Meu Deus, que maravilha- falou me abraçando e chorando bastante também.- Eu queria tanto que minha filha estivesse aqui
_Eu também dona Inês, eu também.
Me dirigi ao seu Carlos, e ele tentava se fingir de forte, mas a mim ele não enganava.
_Seu Carlos?- perguntei abatido
_Diga rapaz.
_Deixa eu te dar um abraço? Eu sei que o senhor esta muito mal. Não precisa ficar assim.
Ele abriu os braços e me abraçou tão forte e começou a chorar no meu ombro. Ele gritava que queria a filha dele de volta. Que a amava muito e não era justo com ele isso ta acontecendo. E que me admirava muito e que eu seria o cara ideal pra ela. Ai que eu não resisti mesmo e chorei mais do que estava. Fui até o caixão e lá estava ela, dormindo num sono profundo, mas perfeita como sempre.
_É meu amor. E você se foi. Você me deixou aqui sozinho com o nosso filho. Mas porque isso foi acontecer? Porque? Mas enfim. Eu vou cuidar do nosso filho com todo o amor desse mundo. Você vai ver. Eu te amo viu? Vai viver pra sempre na minha memória.- falei dando um beijo em sua testa. Fecharam o caixão e seguiram em direção ao cemitério. Quando enterraram Mel, ai sim, meu mundo desabou de vez. Me joguei no chão e comecei a chorar, a gritar, eu queria ela ali comigo, isso não poderia ter acontecido logo com ela. Todos foram embora e ficou apenas eu, Chaz, Ryan, Cait e Alice. As meninas também estavam desesperadas. Mel era muito especial pra elas. Chaz e Ryan também estavam sofrendo, mas eu via que eles tentavam ser fortes pela gente. Pra passar fortaleza pra gente. Eu pedi pra ficar sozinho e eles me respeitaram, Olhei pro céu e parecia um louco falando sozinho:
_Mel, seja onde você estiver, eu vou falar. Posso parecer um louco, mas eu acredito nisso. Sei que você pode me ouvir, então vamos lá. Pois é meu amor. Você foi e sempre será a mulher da minha vida. A mulher que entrou na minha vida pra consertá-la de um jeito surpreendente. Você mesmo sabe como eu era antes de te conhecer. Péssimo nas notas, péssimo em casa, não ligava pra minha mãe nem pra nada nesse mundo. Só queria saber de "pegar" o máximo de garotas possível. Mas ai você apareceu e me ensinou a amar. AMOR. Ta ai uma palavra, um sentimento que eu nunca soube o que era. E você completamente mudou isso. Mel eu te amei e ainda te amo com todas as minhas forças. Te perder foi uma das coisas mais horriveis da minha vida. E ainda esta sendo. Não sei como superar isso ainda, mas eu vou tentar de tudo. Nosso filho vai ser essencial nisso. Ele vai me fortalecer com toda certeza. Eu vou cuidar dele com todo amor e carinho, vou fazer papel de mãe e pai ao mesmo tempo. Me lembro de tudo. Ta tudo na minha cabeça. Lembranças nossas. De todos os beijos, todos os abraços, todos os "te amo", as noites maravilhosas. Obrigado por você ter ficado do meu lado em um dos piores momentos que já vivi, que foi quando eu sofri aquele acidente. Mesmo com todas as mentiras que inventaram, você preferiu acreditar em mim. E eu sou muito grato por isso. Desculpa pelas vezes que te decepcionei, pois sei que foram muitas vezes. E é isso meu amor. Te amarei eternamente. Um beijo do seu Justin- falei me levantando e indo em direção ao meu carro. Fui ao hospital ver meu filho e minha mãe estava lá. Ela me abraçou tão forte e foi tão bom sentir isso da minha mãe.
_Cadê meu filho?- perguntei meio abatido
_Está no lugar de sempre meu amor. Só que dessa vez liberaram pros pais entrarem. Apenas os pais. Então você pode entrar pra vê-lo de perto meu querido.
_Sério? Que ótimo- falei soltando um sorriso. Acho que foi o primeiro sorriso sincero que dei em meio à isso tudo. Entrei na sala das incubadoras e lá estava ele. Guilherme era tão lindo. Mesmo pequenininho, já dava pra ver. Peguei em sua mãozinha enrugadinha e a alisei com tanto carinho. Ele me olhava tão fixamente, tinha o olhar da mãe. Todinho o olhar da Mel. Eu lhe dei um cheirinho e o observei por mais tempo. Era tão bom ficar ao lado dele. Ele me ajudava a me reerguer, superar tudo o que tava acontecendo.
** 5 ANOS DEPOIS**
Guilherme já parecia um rapazinho. Aliás, ele já era um rapaz. Meu garotão. O que mais doeu durante seu crescimento foi ele ter chamado mamãe primeiro. Mesmo convivendo comigo todos os dias, ele sempre chamava mamãe. Ele deveria sentir falta da mãe. Mas eu me esforçava ao máximo pra dar a maior atenção possível pra ele. Eu amo aquele menino meu Deus. Tão esperto. Seus cabelinhos lisos dourados, iguaizinhos aos meus. Seus olhos cor de mel também iguais aos meus. Alguns detalhes dele era de Mel, agora sua aparência era muito parecida com a minha. Depois de tanta briga entre Cait e Alice de quem seria a madrinha dele, ficou decidido Caitilin e Chaz serem os padrinhos, kkkk. Alice e Ryan ficaram um tempão indignados com isso, mas depois se acostumaram com a ideia. Afinal, Guilherme adorava eles. Alice sempre com seu jeito exagerado dava presentes a ele todos os dias. Cait, Ryan e Chaz também eram muito presentes na vida do Gui. Meu filho era muito amado por todos. Minha mãe também me ajudou muito a criá-lo. Os pais da Mel tiveram que voltar para o Brasil, mas sempre que dava, eles vinham aqui ver o neto. E sempre falam com ele por internet ou telefone. Eu já estava concluindo a faculdade, já tava fazendo estágio. De ano em ano, a gente sempre vai visitar o túmulo de Mel. E dessa vez não foi diferente. Fomos eu e meu filho visitar o tumulo da mãe dele.
_Papai, vamos complar a flor da mamãe?
_Vamos sim meu filho.- respondi ao garotinho que tava no banco de trás em sua cadeirinha com o maior rostinho de anjo. Parei numa floricultura e comprei a flor violeta que Mel adorava. Dei uma à Guilherme e comprei uma branca pra mim. Chegamos ao cemitério e Alice, Cait, Ryan e Chaz estavam lá.
_Titioos- falou Gui todo empolgado indo abraçá-los
_Oooooi meu garotão- falou Ryan pegando-o no colo. Chaz lhe deu um beijo e começou a fazer cócegas nele.
_Eeeei rapaz, e com as titias não fala não é? - falou Alice olhando com cara de
brava, rs
_Oii tia Lice- falou ele dando um beijinho na bochecha dela
_E com a tia Cait não fala não?- falou Caitilin
_Aaaf, vocês são chatas viu? Deixa o menino em paz, kkk- falei
_Cala a boca, Bieber- falou Cait- vem cá com a titia.- falou completando e dando-lhe um beijo.
Ficamos sozinhos, eu, Chaz e Ryan enquanto as meninas ficavam com Gui.
_Ela me faz tanta falta :(- falei
_Oh cara- falou Ryan botando sua mão em meu obro
_Filhoo, vem cá- chamei Guilherme
_Oi papai- falou ele todo meigo
_Bota a rosa que eu lhe dei aqui em cima ó e diz o que você gostaria de falar pra mamãe se ela estivesse viva.
Guilherme começou a observar a foto que tinha no túmulo e disse
_A mamãe era linda né papai?
Nesse momento meu olho encheu de lágrima, eu me abaixei e peguei em suas mãozinhas e disse:
_Era meu filho. Sua mãe era linda.
Gui botou a rosa em cima do túmulo e começou a coçar a cabecinha e começou a dizer:
_Eu te amo mamãe. Eu não conheço a senhola, mas eu amo você. E amo o papai também.- falou se virando pra mim. Eu o peguei no colo e o abracei com tanta força, mas com tanta força e comecei a chorar.
_Eu também te amo meu filho. O papai te ama muuuuuuuuito viu? Saiba disso.
_Você ta cholando papai?- falou secando minhas lagrimas
_É de emoção meu amor.- disse o colocando no chão. -Que tal irmos ao parque hein filhão?
_Ebaaa, eu quelo!
_Pronto, nós vamos. Vocês vão?- perguntei
_Não, não. Estamos meio cansados né Alice? Acho que vamos pra casa, temos que estudar e você também senhor Justin. Vocês vão?- falou apontando pra Chaz e Cait.
_Não, acho que não também. Temos que estudar também e tal.
_Ok então, a gente se vê depois. Tchau gente- falei. Guiherme se despediu deles também e fomos ao parque.
Enquanto eu andava segurando a mão do meu filho, eu pensava em como eu era sortudo em tê-lo na minha vida. Mel me fazia muita falta, muita falta mesmo, mas eu consegui superar graças a ele. Ele me ajudou a ser forte e me ajuda a seguir em frente sendo feliz. Mel vivia na minha memória e sempre vai viver na mesma. Pois foi ela quem me mostrou o verdadeiro significado da palavra AMOR. Ela que me ensinou a amar e é graças à ela que eu amo tanto o menininho que me alegra todos os dias por apenas me chamar de "pai". Me sinto como se tivesse cumprido meu dever de ter dado tudo de melhor à Guilherme. Principalmente o AMOR que ele precisava e ainda precisa ter. Por isso me sinto realizado com o filho que tenho e sou muito grato por Deus ter colocado Melissa Smith em minha vida. Mesmo ela não estando aqui comigo, eu a amo muito.
_Papai, eu vou brincar ali viu?- falou me tirando dos meus pensamentos
_Okay meu filho!- falei e ele saiu correndo. Eu fiquei o observando brincar. Era tão lindo. Corria pra lá e pra cá com o sorriso no rosto. O sorriso da mãe. Todinho da mãe.
_Guilheeerme?- gritei o chamando
_Ooooi papai- ele respondeu vindo até em mim.
_EU TE AMO FILHO.- falei o abraçando.
_Eu também papai.
FIM.
Nenhum comentário:
Postar um comentário